Este blog foi criado com o intuito de servir de alerta para as questões de Higiene e Segurança no trabalho, por vezes de forma mais séria e informativa, outras vezes, recorrendo ao humor.


Monday, October 3, 2011

Especialista defende prevenção de doenças mentais no local de trabalho


Grandes empresas europeias e norte-americanas estão a começar a investir na prevenção das doenças mentais no local de trabalho, exemplo que devia ser seguido em Portugal, defende o psiquiatra Ricardo Gusmão.

Coordenador em Portugal da Aliança Europeia Contra a Depressão, o especialista conta que multinacionais em Inglaterra, Alemanha ou Estados Unidos têm já programas de prevenção da doença mental, com retornos de produtividade evidentes.

Em Portugal, segundo país do mundo com maior taxa de perturbações mentais, as empresas deviam começar a fazer o mesmo, diz o médico em entrevista à agência Lusa a propósito do Dia Europeu da Depressão, que se assinala este sábado.

"Não vemos as empresas portuguesas a investirem neste tipo de prevenção, quando as doenças mentais contribuem para elevado absentismo e perda de produtividade", argumenta o psiquiatra e professor na Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é das maiores causas de incapacidade em todo o mundo. Em Portugal, dados da Caixa Geral de Aposentação colocam-na também no topo dos motivos de aposentação precoce.

Ter psicólogos nos recursos humanos das empresas vocacionados para despistar problemas mentais é uma das medidas que Ricardo Gusmão defende, a par de outras mais simples, como ter uma creche no local de trabalho.

"As empresas que se preocupam com a saúde mental dos colaboradores têm produtividade muito superior às outras e os custos são relativamente marginais", sustenta.

Os dados internacionais indicam que a depressão é uma das doenças psiquiátricas mais frequentes, que afectará uma em cada cinco pessoas em algum momento das suas vidas.

A OMS determinou que a depressão é a quarta maior causa de anos de vida com saúde perdidos em todo o mundo em 1990. Dez anos depois já era a terceira causa e em 2020 estima-se que seja a segunda.

Fonte: http://www.jn.pt

Wednesday, September 28, 2011

Empresas isentas de informar à ACT sobre os horários dos trabalhadores

O Governo quer que as empresas fiquem isentas de informar a Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT) do mapa do horário de trabalho e dos acordos de isenção de horário entre empregador e trabalhador.Esta é uma das propostas que o Governo levará quinta-feira à reunião dos grupos de trabalho criados para estudar medidas em matéria de "Competitividade e Crescimento", "Políticas de Mercado de Trabalho e Reforma da Legislação Laboral" e "Fundo de Compensação do Trabalho".

Relativamente ao documento "Competitividade e Crescimento", a proposta governamental enviada aos parceiros, e a que a Lusa teve acesso, só incide na simplificação das relações entre a ACT e as empresas.

No enquadramento da proposta, o Governo explica que encontram-se em estudo medidas que permitam agilizar e modernizar a relação entre os empregadores e a ACT, desde que salvaguardado o interesse de ordem pública consubstanciado na melhoria das condições de trabalho e na promoção da segurança e saúde dos trabalhadores.

As medidas, explica o Governo no documento que enviou aos parceiros sociais, visam "otimizar a regulação, uma vez que o excesso legislativo é suscetível de criar encargos económicos e burocráticos que, na prática, têm reflexo inverso ao desejado pela lei" e promover o recurso às novas tecnologias como forma de modernização das relações com a ACT, com vista a uma maior celeridade e eficiência.

No texto, o Governo advoga a dispensa do envio à ACT do regulamento interno da empresa previsto no Código de Trabalho, substituindo esta regra pela mera publicação em local de trabalho.

Segundo a proposta, a obrigação de o empregador ouvir a comissão de trabalhadores ou, na sua falta, as comissões intersindicais, as comissões sindicais ou os delegados sindicais aquando da elaboração do regulamento interno, "parece (ser suficiente para) assegurar a defesa dos direitos e garantias dos trabalhadores".

Relativamente à comunicação do mapa do horário de trabalho, o governo considera que o envio do mapa "não assegura a integridade do documento nem o escrupuloso cumprimento do mesmo, facto que apenas uma ação inspetiva no local de trabalho pode acautelar".

No que respeita aos acordos de isenção de horário de trabalho, o Governo defende que deve apenas ser apresentado à ACT quando tal for solicitado por considerar excessivo o controlo administrativo da autoridade perante "a existência de um acordo entre trabalhador e empregador".

As empresas ficam igualmente dispensadas de comunicar os elementos relativos aos trabalhadores no domicílio, uma vez que, justifica a proposta governamental, a lei já obriga o empregador a proceder a um registo permanente dos elementos dos trabalhadores no domicílio.

Já relativamente à autorização de alargamento do período de laboração de estabelecimento industrial e de laboração contínua, a proposta governamental advoga que a comunicação deve ser feita mediante recurso aos meios eletrónicos para agilizar procedimentos.

A comunicação eletrónica, explica o Governo na proposta, visa abreviar o deferimento do procedimento, através da figura da autorização automática para alargamento da laboração de estabelecimento, sempre que observados os requisitos legais.

Todavia, o incumprimento da comunicação ou a não observância dos requisitos que determinam a autorização ficam sujeitos a contra-ordenação.

Fonte: Lusa

Monday, September 26, 2011

Tuesday, September 13, 2011

Musica sobre Segurança e Prevenção - Não te podes esquecer

Aqui fica uma musica divertida relacionada com Higiene e Segurança no Trabalho.

Obrigada Maria por ma teres apresentado!

Tuesday, August 30, 2011